terça-feira, 19 de outubro de 2010

Alguns indicadores fundamentais para o o debate sobre o filme os Edukadores.

Capitalismo

Riqueza

Conflito de gerações

Terrorismo

Formas de rebelião juvenil

Anti-conformismo e legitimidade.

Mudança de atitude com o aumento de idade.

Jorge

4 comentários:

  1. Hoje em dia grande parte da Europa está dominada por um regime capitalista que oprime os interesses e exturque dinheiro a todos os trabalhadores para defender os seus interesses. O grnde capital anda de barriga cheia á custa de muitos que irao nascer sem saber o que é ter algo.Sim, porque os regimes capitalistas acreditam que o capital gera riqueza-mas enganam-se,apenas o trabalho gera riqueza- levando as grandes crises mundiais que quem as paga(literalmente!) sao quem trabalha.
    Como já tinha referido na aula, ninguem controi grandes fortunas á custa de trabalho honesto, mais tarde ou mais cedo o sistema [capitalista] fomentar-nos-á á competitividade(ao invés da cooperaçao que na minha opiniao é bem mais produtiva) e ainda mais grave promove o opurtunismo.
    Por isso é que é tao dificil chegar á meia idade de cabeça erguida, conscientemente orgulhosos das anteriores acçoes.Mas criar uma posiçao sólida e consisa perante o mundo é dificil e dá trabalho.
    Por isso é que apesar de o milionario que fora raptado outrora ter perttencido a um grupo revolucionario alemao, hoje era um perito no sistema ,''safando-se'' na vida com o opurtunismo, mentiras,deslealdade (que ao fim de contas sao os valores por ele[capitalismo] incutidos na sociedade.
    Os jovens apesar de entrarem nas vivendas tinha o cuidado de nao destruir nada, e a mensagem era deixada num simples bilhete...com o intuito de provocar a desordem mental( o medo de perderem o que desonestamente ganaharam)
    Ao fim de contas todos acabamos ter influencia no sistema, pois podemos optar por apenas ser mais uma peça do mesmo ou muda-lo.Nenhum sistema é eterno...a questão é para o que é que evolui

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  2. Ora aí está.
    Correndo o risco de me repetir pela milésima vez, o aparente facilitismo de nos deixarmos levar pelo sistema e nos alimentar-mos deste, sem pormos consequentemente restrições ou limites ao que fazemos, completamente encaminhados para a desonestidade e corrupção sem aparentes preocupações, leva a que a passagem para o outro lado pareça relativamente simples, mesmo para aqueles que de início tinham todas as ideias certas na cabeça. Mais um caso dos meios para alcançar os fins, são literalmente necrófagos que se alimentam dos que menos podem, e às tantas estes já não conseguem sair da situação em que estão, pois por mais que trabalhem, há sempre abutres que de sobra para os fazer regredir. É a tal história “O grande capital anda de barriga cheia à custa de muitos que irão nascer sem saber o que é ter algo”. É um ciclo vicioso, metem-se lá no meio e às tantas a falta de princípios já não parece uma preocupação. Tal como o homem no filme, já nem sabem porque fazem aquilo, simplesmente fazem-no. É a lei da inércia, escolhe-se a posição mais confortável e deixa-se levar pela dormência. Porque é o que aquilo é, uma vida de dormência.

    Não sabia de histórias específicas como a do Bill Gates, mas realmente dá que pensar. Não que nunca me tivesse ocorrido, mas uma coisa é andar para aqui a magicar na nossa cabeça, que ninguém nos ouve, e outra completamente diferente é saber. Há quem confunda as coisas certamente.


    É quase o espírito do romântico (e comparo aqui o método e não os motivos) que nunca está satisfeito com o que tem, atinge-se um patamar só para pensar no outro que vem a seguir. Quem se deixa entrar completamente neste sistema, com um espírito assim, cada vez se enterra mais, cada vez se envolve mais, porque parece tão mais fácil, porque nunca estão satisfeitos com o que têm. Preenche-se o vazio com mais corrupção, e o vazio só aumenta. Fazer frente a isto não é nada fácil, principalmente no nível em que já vai hoje em dia, mas como o Zapata já dizia “ Mais vale morrer de pé do que viver de joelhos.” Portanto, mais vale fazer frente e tentar mudar alguma coisa, e ainda ter alguma integridade, do que andarmos para aqui uma data de anos cada vez a enterrarmo-nos mais neste clima de oportunismo e individualismo, para depois chegarmos à meia idade e termos a resposta (ou a falta dela) do homem do filme, que no meio de tanta riqueza não sabe para o que é que ela serve, que do seu espírito já não tem nada, já o vendeu todo.

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  3. ''Zapata já dizia “ Mais vale morrer de pé do que viver de joelhos.”'' nem mais, avante com isto!

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