Como classificas o filme "O Milagre Segundo Salomé" de Mário Barroso?
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 1 (33%)
4 1 (33%)
5 1 (33%)
Votos apurados: 3
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Sondagens
Como classificas o filme "Roma, Cidade Aberta" de Roberto Rosselini?
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 2 (50%)
4 0 (0%)
5 2 (50%)
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 2 (50%)
4 0 (0%)
5 2 (50%)
terça-feira, 31 de maio de 2011
Sondagens
Como classificas o filme "Uma Outra Mulher" de Woody Allen?
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 3 (42%)
4 1 (14%)
5 3 (42%)
Votos apurados: 7
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 3 (42%)
4 1 (14%)
5 3 (42%)
Votos apurados: 7
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Sondagens
Como classificas o filme "Blade Runner" de Ridley Scott?
1 2 (28%)
2 1 (14%)
3 3 (42%)
4 0 (0%)
5 1 (14%)
Votos apurados: 7
1 2 (28%)
2 1 (14%)
3 3 (42%)
4 0 (0%)
5 1 (14%)
Votos apurados: 7
sábado, 14 de maio de 2011
O utlimo filme que vimos levou-me a questionar se temos realmente direito á posse de algo apenas porque a criamos.
Criavam-se ''semi-humanos'' de acordo com os gosto dos donos, mas que so tinham 4 anos de vida porque a partir do 3º podiam começar a desenvolver emoçoes e pensamentos proprios. OU seja o objetivo era criarem um escravo só que tinha o problema de que com o tempo desenvolveria vontade propria e talvez nao gostasse do fim para o qual tinha sido criado.
Se tinha emoçoes sentimento, razao... era semelhante a outro ser humano, entao explora-lo é o mesmo que explorar outro ser humano.
Sabe-se hoje que muitos animais para alem do homem possuem sentimentos e emoçoes. sera entao o entusiasmo das pessoas ao verem uma tourada semelhante aoentusiasmo quando em algumas civilizaçoes passadas e presentes turturavam e matavam as pessoas na praça publica?
Lá porque se criam os touros exclusivamente para entrarem na arena temos direito de os torturar? Nao é por os pais criarem um filho que têm o direito de fazerem dele o que querem...
é claro que nao podemos perguntar a um touro se gosta ou nao de estar na arena e obter resposta da mesma maneira que obteriamos de uma criança.
Já agora o que acham das lutas de caes e das touradas?
Criavam-se ''semi-humanos'' de acordo com os gosto dos donos, mas que so tinham 4 anos de vida porque a partir do 3º podiam começar a desenvolver emoçoes e pensamentos proprios. OU seja o objetivo era criarem um escravo só que tinha o problema de que com o tempo desenvolveria vontade propria e talvez nao gostasse do fim para o qual tinha sido criado.
Se tinha emoçoes sentimento, razao... era semelhante a outro ser humano, entao explora-lo é o mesmo que explorar outro ser humano.
Sabe-se hoje que muitos animais para alem do homem possuem sentimentos e emoçoes. sera entao o entusiasmo das pessoas ao verem uma tourada semelhante aoentusiasmo quando em algumas civilizaçoes passadas e presentes turturavam e matavam as pessoas na praça publica?
Lá porque se criam os touros exclusivamente para entrarem na arena temos direito de os torturar? Nao é por os pais criarem um filho que têm o direito de fazerem dele o que querem...
é claro que nao podemos perguntar a um touro se gosta ou nao de estar na arena e obter resposta da mesma maneira que obteriamos de uma criança.
Já agora o que acham das lutas de caes e das touradas?
Sondagens
"Como classificas "Fahrenheit 451" de François Truffaut?"
1 0 (0%)
2 2 (15%)
3 2 (15%)
4 5 (38%)
5 4 (30%)
Votos apurados: 13
1 0 (0%)
2 2 (15%)
3 2 (15%)
4 5 (38%)
5 4 (30%)
Votos apurados: 13
domingo, 8 de maio de 2011
Sondagens
"Como classificas "Luz de Inverno" de Ingmar Bergman?"
1 0 (0%)
2 1 (20%)
3 4 (80%)
4 0 (0%)
5 0 (0%)
Votos apurados: 5
1 0 (0%)
2 1 (20%)
3 4 (80%)
4 0 (0%)
5 0 (0%)
Votos apurados: 5
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Religião?Sim ou Não?
Luz de Inverno de Ingmar Bergman, que se dirige a uma temática que para mim pode não querer dizer muito, mas penso que para a maioria dos católicos o seja diferente pois cada um deve ter passado por tal momento e sentido então essa mesma angustia: temática esta a da perda de Fé e o abandono por Deus – "O silencio de deus"
Falar sobre religião e ainda por cima sem se prender a um lado e sem criticar gratuitamente a religião em si é difícil, portanto e assim este comentário não é dirigido objectivamente á defesa da minha tese ou opinião contra a religião e a razão pela qual não me identifico com ela, é sim uma explicação pela qual para mim a discussão sobre a religião não passa de uma troca de experiências de vida e opiniões de cada um sem argumentos validos ou inválidos para cada lado e assim não e uma discussão que me tenha dado muito prazer.
”Se Deus realmente não existisse, isso faria alguma diferença?”
A resposta é não, pois a fé não é algo que se seja objectivo ou cientifico, não e algo que se tenha de provar ou argumentar e não depende de existência ou não de Deus pois se dependesse inteiramente disso não existiria apenas pela simples falta de provas empíricas da sua existência.
A fé e sim algo extremamente individual e pessoal, que se sente e não que se sabe, e portanto não se argumenta a favor nem contra a religião (contar a religião e não contra a Igreja instituição, pois contra esta critica-se e bastante até), pois um debate ou discussão sobre religião entre 2 ou mais sujeitos acaba automaticamente a partir do momento em que um deles diz "para mim a religião e muito importante e faz parte de mim" ou "eu sinto deus ao meu lado" ou "a fé e o meu ponto de abrigo" pois tudo isso são escolhas que cada pessoa faz para a sua vida e não me cabe a mim (embora quisesse e pudesse) nem a ninguém julgar ou criticar essas escolhas pois não afectam positiva ou negativamente ninguém senão essa mesma pessoa.
Mesmo numa discussão sobre a inserção da religião na sociedade e se e mesmo necessário a uma sociedade e a um pais a existência da religião, essa temática não vai muito alem de um individuou x dizer "sim, mas há algumas pessoas que precisam" mostrando mais uma vez o carácter individual e pessoal que a religião representa.
Apesar disso penso que este filme te pede acima de tudo para renovar a tua fé e te afastar de qualquer dogma ou corrente que te aprisione e te obrigue a amar e a adorar estátuas, ou a seguir máximas com as quais não te identificas, comer a hóstias, beber o vinho e ajoelhar. É um filme que quer que te movas por aquilo que acreditas e que tenhas mais fé em ti mesmo e no que julgas ser a verdade, pois no final de contas é isso que Deus é. É fé.
Em conclusão deixo esta pergunta no ar sobre as quais tenho duvidas e deixo aos entendidos em religião da nossa turma para me fazerem o favor de as responder.
A fé serve como uma salvação, um instrumento de protecção ou um ponto de abrigo?
Obrigado
Botão
Falar sobre religião e ainda por cima sem se prender a um lado e sem criticar gratuitamente a religião em si é difícil, portanto e assim este comentário não é dirigido objectivamente á defesa da minha tese ou opinião contra a religião e a razão pela qual não me identifico com ela, é sim uma explicação pela qual para mim a discussão sobre a religião não passa de uma troca de experiências de vida e opiniões de cada um sem argumentos validos ou inválidos para cada lado e assim não e uma discussão que me tenha dado muito prazer.
”Se Deus realmente não existisse, isso faria alguma diferença?”
A resposta é não, pois a fé não é algo que se seja objectivo ou cientifico, não e algo que se tenha de provar ou argumentar e não depende de existência ou não de Deus pois se dependesse inteiramente disso não existiria apenas pela simples falta de provas empíricas da sua existência.
A fé e sim algo extremamente individual e pessoal, que se sente e não que se sabe, e portanto não se argumenta a favor nem contra a religião (contar a religião e não contra a Igreja instituição, pois contra esta critica-se e bastante até), pois um debate ou discussão sobre religião entre 2 ou mais sujeitos acaba automaticamente a partir do momento em que um deles diz "para mim a religião e muito importante e faz parte de mim" ou "eu sinto deus ao meu lado" ou "a fé e o meu ponto de abrigo" pois tudo isso são escolhas que cada pessoa faz para a sua vida e não me cabe a mim (embora quisesse e pudesse) nem a ninguém julgar ou criticar essas escolhas pois não afectam positiva ou negativamente ninguém senão essa mesma pessoa.
Mesmo numa discussão sobre a inserção da religião na sociedade e se e mesmo necessário a uma sociedade e a um pais a existência da religião, essa temática não vai muito alem de um individuou x dizer "sim, mas há algumas pessoas que precisam" mostrando mais uma vez o carácter individual e pessoal que a religião representa.
Apesar disso penso que este filme te pede acima de tudo para renovar a tua fé e te afastar de qualquer dogma ou corrente que te aprisione e te obrigue a amar e a adorar estátuas, ou a seguir máximas com as quais não te identificas, comer a hóstias, beber o vinho e ajoelhar. É um filme que quer que te movas por aquilo que acreditas e que tenhas mais fé em ti mesmo e no que julgas ser a verdade, pois no final de contas é isso que Deus é. É fé.
Em conclusão deixo esta pergunta no ar sobre as quais tenho duvidas e deixo aos entendidos em religião da nossa turma para me fazerem o favor de as responder.
A fé serve como uma salvação, um instrumento de protecção ou um ponto de abrigo?
Obrigado
Botão
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Vencedores do 2ºPeríodo


O grande preferido do 2º período foi a "Comédia de Deus" de João Cesar Monteiro, com 5 votos!
O segundo lugar é dividido entre "Viridiana" de Luis Buñuel e "Crepúsculo dos Deuses" de Billy Wilder (ambos com dois votos).
o 3º Lugar, ficou para "A Leste do Paraíso" de Todd Haynes, "Gato Preto, Gato Branco" de Emir Kusturica e "Manhã Submersa" de Lauro António (cada um com um voto).
Com 0 votos ficaram filmes como "Crimes e Escapadelas" de Woody Allen, "Vontade Indómita" de King Vidor ou "Morte em Veneza" de Luchino Visconti.
"Qual o filme que mais gostaste de ver neste 2ºperíodo?"
"A Leste do Paraíso" de Todd Haynes 1 (8%)
"Gato Preto, Gato Branco" de Emir Kusturica 1 (8%)
"Crimes e Escapadelas" de Woody Allen 0 (0%)
"Conversa Acabada" de João Botelho 0 (0%)
"A Comédia de Deus" de João Cesar Monteiro 5 (41%)
"Viridiana" de Luis Buñuel 2 (16%)
"Um Verão de Amor" de Ingmar Bergman 0 (0%)
"Crepúsculo dos Deuses" de Billy Wilder 2 (16%)
"Vontade Indómita" de King Vidor 0 (0%)
"O Delfim" de Fernando Lopes 0 (0%)
"Morte em Veneza" de Luchino Visconti 0 (0%)
"Control" de Anton Corbijn 0 (0%)
"Manhã Submersa" de Lauro Antonio 1 (8%)
"Via Láctea" de Luis Buñuel 0 (0%)
Votos apurados: 12
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Boas antes de mais queria pedir desculpa á turma(na qual se inclui o professor claro) por nao ter estado presente na segunda parte da aula, entusiasmei-me numa conversa...
Como nao estive presente no debate da aula nao sei ao certo qual o rumo tomado na tematica da religiao.
Mas nao quis deixar de dar o meu contributo.
Tenho um bizavô padre, e talvez seja por isso que a parte do amai o proximo nao se aplicava quando era a hora de, na pascoa, o padre ir dar a bençao á casa dos meus bizavos. O curioso é que quando o meu bizavo morreu , o padre passou a ir a casa da mae da minha avo dar a bençao...
Como nao estive presente no debate da aula nao sei ao certo qual o rumo tomado na tematica da religiao.
Mas nao quis deixar de dar o meu contributo.
Tenho um bizavô padre, e talvez seja por isso que a parte do amai o proximo nao se aplicava quando era a hora de, na pascoa, o padre ir dar a bençao á casa dos meus bizavos. O curioso é que quando o meu bizavo morreu , o padre passou a ir a casa da mae da minha avo dar a bençao...
domingo, 24 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
"Recordações da Casa Amarela"
O stôr emprestou-me o "Recordações da Casa Amarela" e tive a ver ontém. Eu achei o filme um bocadinho diferente do "Comédia de Deus", de certa forma, menos chocante, mas igualmente brilhante (se não mais). Acho que o primeiro filme é de certa forma mais surrealista (cena final com o Luis Miguel Cintra) mas é um relato implacável do povo português tipicamente bairrista à moda de Alfama (destaque para a interpretação da Manuela de Freitas).
Gostei bastante, e realmente há muito mais a dizer, mas não me vou alongar com poucas pessoas a terem visto o filme.
Aqui fica o trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=ERAj17y-3yE
P.S: o filme foi Leão de Prata em Veneza, injustamente, na minha opinião, merecia o Leão de Ouro
Gostei bastante, e realmente há muito mais a dizer, mas não me vou alongar com poucas pessoas a terem visto o filme.
Aqui fica o trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=ERAj17y-3yE
P.S: o filme foi Leão de Prata em Veneza, injustamente, na minha opinião, merecia o Leão de Ouro
domingo, 10 de abril de 2011
"Festival"
Olá a todos!
Para este "Via Láctea" de Buñuel não há sondagem. Esta semana falei com o stôr, e propôs que escolhêssemos (estilo festival de cinema), os nossos três filmes preferidos do 2º período. Já me podia ter lembrado para o 1º, mas neste momento é preciso dinamizar um bocado o blog. Para além dos trÊs melhores, escolhemos os três piores.
POR ISSO VOTÉM!!!!!
Para este "Via Láctea" de Buñuel não há sondagem. Esta semana falei com o stôr, e propôs que escolhêssemos (estilo festival de cinema), os nossos três filmes preferidos do 2º período. Já me podia ter lembrado para o 1º, mas neste momento é preciso dinamizar um bocado o blog. Para além dos trÊs melhores, escolhemos os três piores.
POR ISSO VOTÉM!!!!!
Sondagens
"Como classificas o filme "Manhã Submersa" de Lauro António?"
1 0 (0%)
2 3 (33%)
3 3 (33%)
4 2 (22%)
5 1 (11%)
Votos apurados: 9
1 0 (0%)
2 3 (33%)
3 3 (33%)
4 2 (22%)
5 1 (11%)
Votos apurados: 9
Via Láctea
A Via Láctea do Buñuel não é um filme fácil. O espírito delirante do cineasta manifesta-se em todo o seu esplendor com um conjunto de técnicas e de recursos tão caro aos surrealistas: cortes abruptos, incoerência argumentativa, mistura deliberada de épocas, etc.
Talvez este seja o seu filme mais focado a abordar a problemática das religiões e, em particular, do cristianismo. A mensagem nem sempre é directa e muito menos, explicita,mas podemos retirar das imagens muitas vezes avulsa, que a metáfora segue a dimensão da viagem. Os dois vagabundos que viajam sem grande devoção entre Paris e Santiago de Compostela vão sendo confrontados com o percurso das contradições da religião cristã através dos séculos. De forma elíptica desfilam muitos dos seus dogmas: o carácter da graça, a unidade e a diversidade da santíssima trindade, a mortificação do corpo,a redenção do pecado,etc. Buñuel não constrói nenhum panfleto: limita-se de forma satírica e venenosa a apontar as contradições que, aliás, também se estendem ao próprio ateísmo, como uma forma invertida de afirmação de fé.
O final do filme parece-me paradigmático: após a jornada longa encontraram não as relíquias do santo, mas uma prostituta. Como suprema ironia, o corpo triunfa sobre a alma, o temporal impõe-se ao espiritual, o sagrado bate em retirada perante o simplesmente terreno. Mais uma vez é Nietzsche que espreita: permanecer fiéis à terra e não se deixar cair nas tentações mentiras dos visionários do além.
Uma reflexão final para a qual gostaria do vosso comentário: será que a religião torna as pessoas mais felizes? Toda e qualquer religião ou a forma como a religião cristã se implantou? A religião é necessária? Em que sentido e com que atributos?
Jorge
Talvez este seja o seu filme mais focado a abordar a problemática das religiões e, em particular, do cristianismo. A mensagem nem sempre é directa e muito menos, explicita,mas podemos retirar das imagens muitas vezes avulsa, que a metáfora segue a dimensão da viagem. Os dois vagabundos que viajam sem grande devoção entre Paris e Santiago de Compostela vão sendo confrontados com o percurso das contradições da religião cristã através dos séculos. De forma elíptica desfilam muitos dos seus dogmas: o carácter da graça, a unidade e a diversidade da santíssima trindade, a mortificação do corpo,a redenção do pecado,etc. Buñuel não constrói nenhum panfleto: limita-se de forma satírica e venenosa a apontar as contradições que, aliás, também se estendem ao próprio ateísmo, como uma forma invertida de afirmação de fé.
O final do filme parece-me paradigmático: após a jornada longa encontraram não as relíquias do santo, mas uma prostituta. Como suprema ironia, o corpo triunfa sobre a alma, o temporal impõe-se ao espiritual, o sagrado bate em retirada perante o simplesmente terreno. Mais uma vez é Nietzsche que espreita: permanecer fiéis à terra e não se deixar cair nas tentações mentiras dos visionários do além.
Uma reflexão final para a qual gostaria do vosso comentário: será que a religião torna as pessoas mais felizes? Toda e qualquer religião ou a forma como a religião cristã se implantou? A religião é necessária? Em que sentido e com que atributos?
Jorge
domingo, 3 de abril de 2011
Filme da última aula do 2º período
Olá a tod@s
Gostava de saber que filme é que desejam ver na última aula deste período:
- Ou vemos a Via Láctea da Buñuel e continuamos o ciclo sobre religião iniciado na aula passada com a Manhã Submersa.
- Ou vemos um filme mais ligeiro como no primeiro período. Nesse caso, aceitam-se sugestões.
Jorge
Gostava de saber que filme é que desejam ver na última aula deste período:
- Ou vemos a Via Láctea da Buñuel e continuamos o ciclo sobre religião iniciado na aula passada com a Manhã Submersa.
- Ou vemos um filme mais ligeiro como no primeiro período. Nesse caso, aceitam-se sugestões.
Jorge
sábado, 2 de abril de 2011
Manhã Submersa

Olá a todos!
O filme da última quinta (inserindo-se no ciclo de filmes portugueses dedicado aos autores do camões)foi o "Manhã Submersa", do Lauro António.
Eu não gostei do filme. Nunca li o romance do Vergílio Ferreira, mas realmente o filme era mau. EU PERCEBO QUE NÃO EXISTAM APOIOS PARA SE FAZER CINEMA EM PORTUGAL, e que o filme se tenha feio com dois mil contos, mas aquele efeito de vento??? Parecia a transição entre diapositivos num powerpoint, sempre igual! Então e o barulhuzinho dos sapatos, disincronizado em relação ao andar? Porque é que o espectador tinha que ver os miúdos a passearem-se 50 vezes naquela espécie de claústros do seminário. A isto acrescenta-se o Vergilio Ferreira a por e a tirar os óculos 20 vezes numa cena!
Eu não achei de todo que o miúdo tenha feito um bom papel. Eu não percebo como é que num dos romances definitvos da literatura portuguesa, se escolhe para protagonista, uma pessoa sem experiência, que não dizia as falas, mas sim as lia. As interpretações que se aproveitavam foram mesmo, a da Eunice Muñoz e do Canto e Castro, porque de resto...
Repito aquilo que disse, achei um filme muito pobre para uma obra de tamanha envergadura.
2/5
Alexandre
Para a Patrícia
Olá, Patrícia
Foste a única pessoa da turma que me entregaste a crítica em papel.
Gostaria que me mandasses o teu e-mail para que eu te possa responder e assim não ficares quatro dias à espera da próxima aula para leres a minha opinião.
PS: Ainda me faltam receber 6 críticas (não conto com o Gonçalo do 12º J). Espero que os faltosos (Mafalda e João Barreiros - 12º C, Francisco - 12º G, Rita - 12ª A, Faustino - 12º I e Renato - 12º L) o enviem durante o fim de semana. Tenham pena de mim que ainda vou ter que corrigir uma turma de testes do 11º C na segunda feira.
Foste a única pessoa da turma que me entregaste a crítica em papel.
Gostaria que me mandasses o teu e-mail para que eu te possa responder e assim não ficares quatro dias à espera da próxima aula para leres a minha opinião.
PS: Ainda me faltam receber 6 críticas (não conto com o Gonçalo do 12º J). Espero que os faltosos (Mafalda e João Barreiros - 12º C, Francisco - 12º G, Rita - 12ª A, Faustino - 12º I e Renato - 12º L) o enviem durante o fim de semana. Tenham pena de mim que ainda vou ter que corrigir uma turma de testes do 11º C na segunda feira.
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