segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Fernado Pessoa foi um homem solitario, isolado, talvez incompreendido pela sociedade...o seu ''escape'' desta sociedade foi a criaçao de heteronimos.
Todos nós temos caracteristicas, desejos, vontades, inteçoes, convicçoes... que tentamos esconder, seria melhor admiti-las ou tentar sublima-las ,como por exemplo, na pintura, escrita...?
É preferivel isolar-se no seu 'mundo imaginario' a expor-se ao outro mundo para ser incompreendido e rejeitado?


e já agora, acreditam que há vida no Universo para além do planeta Terra? e se pudessemos entrar em contacto com esses seres deviamos faze-lo?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Conversa Acabada de João Botelho

Gostava de vos ler sobre o filme Conversa Acabada de João Botelho que vimos no auditório na passada 5ª feira.

Gostaram? Não gostaram? Porquê? Aprenderam alguma coisa de útil no âmbito do estudo de Fernando Pessoa?

Digam de vossa justiça. Livremente, como sempre.

Jorge

domingo, 23 de janeiro de 2011

Sondagens

Como classificas o filme "Gato preto, gato branco" de Emir Kusturica?
1 1 (6%)

2 0 (0%)

3 0 (0%)

4 8 (53%)

5 6 (40%)

Votos apurados: 15

sábado, 22 de janeiro de 2011

Moral...

Para debater este tema [moral] decidi começar por ir ver o que consta na definiçao de 'moral' no dicionario que tinha ca em casa... eis o que encontrei: ''moral: ciência dos costumes e deveres do homem para com os seus semelhantes''

Vou desenrolar o meu raciocinio sobre a tematica a partir desta definiçao.A moral baseando-se em deveres para com os seus semelhantes, é uma consequencia do que a sociedade em que vivemos atribui aos seus cidadaos como deveres, com isto quero dizer que de sociedade para sociedade, aquilo que nos exigem [deveres] varia-retirando qualquer hipotese de uma moral totalmente universal -. Mas pegando Na palavra ''costumes'' que consta na defeniçao de moral fico interrogado...será que a moral nao se forma a partir de crenças, praticas,e habitos sobre os quais nao refletimos?, quer com isto referir certas frases feitas que passam de geraçoes em geraçoes até que se incorporam na moral de cada um. Crenças religiosas que em muitos casos só servem para atrofiar as cabeças das pessoas- Como por exemplo, em algumas tribos de africa, fazer sexo com uma virgem purifica a alma, o corte dos genitais das mulheres, mas nao poderem sentir ''desejos sexuais'', entre muitos outros, inclusive em sociedades ditas por mais avançadas.- e que integram na moral.
Assim sendo acho que se pode deduzir que a moral forma-se de modo unico em cada ser com base nas suas escolhas ao longo da vida( Damásio provou que as variias escolhas que vamos tomando no decurso da nossa vida vao modificando ao nosso cerebro, e nao só), assumindo assim um caracter nao objectivo. Com isto, vamos julgar as acçoes dos outros e até mesmo as suas morais servindo-nos da nossa moral como modelo padrão.

Mas o legitima a minha moral mais do que qualquer outra, ou vice-versa? nao será a moral uma maneira melhor ou pior de saber compreender o real?

Roubar um chourisso para comer é moralmente incorreto? e ser banqueiro? depende do nosso conceito de roubar, depende do que definimos na nossa moral como correto ou incorreto...mas podemos sempre ter erros de raciocinio e construir ideias erradas(ou fazerem-nos contruir ideias erradas-alienaçao) mas nada como ir desdobrando a questao em parcelas cada vez mais simples até nos encontrarmos outra vez. Mas quando á moral estao associadas crenças, sem qualquer fundamento argumentativo a nao ser a propria crença é mais complicado haver entendimentos...

Porque é que as mulheres indias queriam ter os seus filhos sozinhas e num mundo 'civilizados' utilizam a epidural?

Porque é que na India quando convidado para uma refeiçao no final da mesma tenho que arrotar para nao ofender o dono da casa que me presenteou com uma refeiçao?

Porque é que na China em qualquer local posso soltar um flato mesmo na refeiçao, e em Portugal mesmo na casa de banho só com o som já ofende?

porque é que numa sociedade Islamica roubar nao é crime mas ser apanhado a roubar já o é?

Qual é a moral dos meninos de rua de 3º geraçao no Brasil?

Porque é que a guerra no Iraque foi moral?(e a do Afeganistao?)

Porque é que há religioes que proíbem o sexo no periodo sexualmente mais activo das mulheres por o consiferarem impuro?

Porque é que há religioes que consideram que o acto sexual serve meramente para procriar?
...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Um mundo sem moral

O filme de Woody Allen, Crimes e Escapadelas coloca-nos um conjunto de questões de grande alcance filosófico que abordámos na aula e que gostaria que continuássemos a abordar no nosso blog.

Trata-se do filme mais desencantado de Woody Allen. A ideia que inicialmente se destaca é a de que o mundo é um lugar injusto e imoral. O oftalmologista comete um crime para salvaguardar a sua vida de aparências. Inicialmente está dominado pelos sentimentos de culpa e pelo remorso, que gradualmente vão desaparecendo. No final do filme, é um homem feliz. Em contrapartida a personagem da história paralela ( uma das mais simpáticas que Woody Allen criou para si próprio) é injustiçado por não lhe reconhecerem o seu talento, por uma esposa que não o ama e por uma possível amante que o troca pelo seu inimigo imbecil.

Penso que a chave do filme se encontra na evocação da conversa à mesa em que se debate a moralidade do universo.

O que Woody Allen dá a entender é que este mundo não tem um autor moral que crie uma universalidade de valores que previna as injustiças. Não se trata de um mundo sem moral, mas de uma moral criada pelos seres humanos e como tal imperfeita e provisória. Uma moral relativa que, de forma alguma, consegue evitar as injustiças. Não há sequer no filme, a remissão para uma outra justiça de cariz divino que numa outra vida, possa devidamente avaliar os nossos actos e proceder em conformidade. A justiça divina não existe.

Parece-me uma temática próxima de Sartre de algum existencialismo desesperado que em Portugal se traduziu muito bem em algumas obras de Vergílio Ferreira. O destino dos homens depende em grande parte da sorte e do acaso. Não podemos esperar nem por uma justiça perfeita criada pelos homens, nem por uma justiça cósmica redentora. Como diz uma das personagens à mesa,« se a guerra tivesse sido ganha por Hitler» as coisas teriam sido muito diferentes.

O que me parece mais curioso no filme, é que esta inexistência de uma moral universal, de imperativos categóricos, como pretendia Kant, uma razão universal orientada pela lei moral que obrigue a vontade a agir em conformidade,provoca no cineasta um profundo desconforto. Há como que uma espécie de darwinismo moral: neste mundo são os mais espertos e sem escrúpulos que se podem safar. Os justos, aqueles que procuram o Bem, estão muitas vezes condenados a penar. E nem sequer podem ter a consolação de serem redimidos noutra vida.

Claro que esta é a posição defendida no filme que não tem que ser forçosamente a de cada um de nós. As religiões em geral e o cristianismo em particular, deram-nos um conforto moral, embora perverso. Quando Deus entregou as tábuas da lei a Moisés fica-se a saber que existe um código universal de Bem e de mal criado por Ele, mas fica-se igualmente a saber que quem não o cumprir estará eternamente condenado.

Onde é que estão as tábuas da lei ou qualquer outra moral universal? Estaremos, pelo contrário, a viver no puro relativismo, onde as acções, boas ou más se equivalem? Até onde é que vai o relativismo? Conseguiremos, mesmo de uma forma relativa, criar uma moral com aparência de universal que possa servir de padrão de referência para a humanidade? Poderemos debelar ou minorar as injustiças? Poderemos acreditar que há um património comum da humanidade como por exemplo a Declaração Universal de Direitos Humanos?

Jorge

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Ciganos

Olá a todos!
Peço desculpa por esta semana ter estado mais ausente, mas realmente, estou a fazer dois trabalhos, que não dão tempo para respirar!
Em relação ao filme não há muito a dizer. Não era nada de especial, mas acima de tudo: divertido. Deu para rir muito do ridículo!
A questão dos ciganos é muito frágil. A primeira coisa que temos que perceber é que os ciganos, não têm pátria. São originários, efectivamente da zona da Roménia, Bulgária… no entanto, há registos de famílias ciganas em Portugal desde o século XVI. Portanto, os ciganos são tão portugueses como qualquer um de nós. Assim, não é portanto razoável “criarmos” um país para se repatriarem ciganos (o que costuma dar bom resultado).
A questão fundamental é, de quem é que é a culpa da “exclusão” dos ciganos, “nossa”, ou deles. Eu pessoalmente, não acredito na ideia de culpa, a responsabilidade é sempre partilhada. Portanto, a culpa não é só nossa, nem é só dos ciganos. Há que perceber que se percorreu um longo caminho na inclusão das famílias ciganas na nossa sociedade. Hoje em dia, vivem praticamente nos mesmos bairros, que a maioria. No entanto, temos que respeitar a cultura cigana. “Standartizar” as pessoas, nunca dá bom resultado. A diferença é indispensável. Parece-me que temos que fazer cedências “de parte a parte”. “Nós” e os ciganos. A comunidade vai ter que mudar alguns pontos de vista, sem dúvida, mas não os podemos formatar. Não podemos pensar que isso significa: leis próprias para ciganos. Somos todos iguais perante a lei, não me parece que seja possível, deixarmos que as crianças ciganas não vão à escola, ou que os pais vivam à conta do rendimento mínimo de inserção. Só que não querer trabalhar, e não pagar impostos, não é uma atitude apenas da comunidade cigana. E portanto, os que não são ciganos, esses também têm que cumprir a lei.
Inquestionavelmente o estado e as câmaras sócias, têm desenvolvido esforços para a inclusão dos ciganos, mas acham que mover fundos para essa questão, e depois as câmaras autorizarem a construção de muros para separar os bairros ciganos do resto da comunidade é uma boa “medida”?
Alexandre

Próximo filme e cinemateca

Mudei um pouco de ideias. Se ninguém se opõe deixaria os dois filmes de que falei na aula passada (Viridiana de Buñuel e A Comédia de Deus de João César Monteiro para depois) porque reflectem de forma mais geral sobre a temática dos valores e concentrar-me mais em questões mais concretas.

Assim, proponho que vejamos o filme de Woody Allen, Crimes e Escapadelas (1989) e através dele analisemos o temos da justiça, humana e divina. Que vos parece?

Infelizmente na 2ª feira passou na cinemateca um filme imperdível e normalmente pouco visto de John Ford O Sol Nasce para Todos de 1953. Ainda por cima não conheço nenhuma edição em DVD. De qualquer modo, também me seria impossível ir nesse dia. Vamos ver se algum de vocês consegue encontrar algum site na net com esse filme (em inglês The Sun Shines Bright).

O pior é que eu gostava de voltar convosco à cinemateca, mas nos dias em que tenho hipóteses de ir à tarde, os filmes são fracos. Vamos a ver se em Fevereiro a programação melhora.

Até 5ª

Jorge

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Sondagem

Sondagem:
Como classificas o filme "Longe do Paraíso" de Todd Haynes?
1 0 (0%)

2 0 (0%)

3 3 (25%)

4 5 (41%)

5 4 (33%)

sábado, 15 de janeiro de 2011

Os limites da tolerância

É nestas questões como a dos ciganos que somos capazes de avaliar a nossa capacidade de tolerância.

Tolerância não significa indiferença ou a relativização total dos comportamentos. Mas também significa a total rejeição de pretensas superioridades de qualquer tipo, ou de generalizações abusivas em relação a todo um povo. Não significa que as leis não se cumpram, mas também não significa um cumprimento cego das leis.

Uma cultura que coabita com a nossa há séculos e que não se confunde com a nossa. Por um lado, marca um traço distintivo de resistência muito forte, independentemente dos valores pelos quais se reja. Por outro lado, exige que seja tratada de forma delicada, num esforço de integração e de adaptação mútua.

Os ciganos são marginalizados e auto-marginalizam-se. Há ressentimentos mútuos comuns. Há algumas boas práticas, mas, na generalidade, o que domina é a desconfiança, a intolerância, o ressentimento.

Os ciganos não são estrangeiros. Viveram sempre em Portugal e falam português. A sua integração é um dos desafios mais complexos dos nossos tempos. Para nós e para eles. Não basta dizer que lhes damos casas e subsídios. Isso nem sempre é verdade. Quem está disponível para arranjar um emprego a ciganos no meio de não ciganos? Quem é que não se deixa levar por todas as histórias que sobres eles correm (verdadeiras ou não?) e não se sente inseguro junto a eles?

Ostracizá-los não é solução. Nem metê-los na prisão, por dá cá aquela palha. As medidas repressivas e securitárias podem agradar muito ao Paulo Portas e à extrema direita, mas não resolvem nenhum problema de fundo. O caminho é estreito, mas é só um: o da compreensão mútua.

Jorge

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Venho aqui expor um pouco a minha opiniao ( que ainda esta em contruçao visto ser uma problematica complicada).
Sabemos que existem algumas medidas da parte do estado de inserçao dos ciganos, como por exeplo a habitaçao, e que muitas da vezes os ciganos rejeitam-nas porque querem estar todos juntos, mas se formos a ver se eles estiverem afastados tambem sao muito mais alvos de discriminaçao, acaba por ser uma maneira de ser protegerem... um problema que dificulta a inserçao é o o baixo grau de instruçao que possuem na generalidade, o que os leva a associarem-se a negocios como a droga.

Mas falando em minorias etnicas....os Judeus....sao detentores das maiores industrias de armas e droga, mas nao falam neles, porquê? porque sao detentores de grande capital... nao será isto mais uma questao de descriminaçao economica? Nao sou anti judeu, mas tambem nao sou anti cigano.
Tambem é certo que existem expressoes como : ''és um granda Judeu!'' e '' seu cigano'' que demonstram que temos essa discriminaçao incorporada na ''nossa'' cultura envolvente.

A meu ver todos temos emoçoes e sentimentos, mas porque há desigualdades, injustiças, discriminaçoes? porque existem ciclos, este sistema vive de todas estas lacunas, é tempo de mudar o rumo !

domingo, 9 de janeiro de 2011

Quer na aula ,quer no blogge temos debatido a questao da homofobia, mas gostava de saber o que pensam acerca do transexualismo...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Olá a todos!
Antes de mais faço menção à parte estética do filme desta semana. Absolutamente extraordinário! Uma fotografia excelente e com grandes interpretações. Muito mais se podia dizer!
Do meu ponto de vista, ainda existe preconceito racial (aproveito este texto para responder às questões do stôr). Foram feitos grandes avanços, inquestionavelmente, mas o preconceito não desapareceu. Se perguntarem a uma tradicional família portuguesa, se gostariam de ver um dos seus filhinhos casar (e ter filhos) com uma pessoa de etnia diferente, não me parece que a resposta seja favorável. Para mim, o preconceito só acaba no dia, em que não exista um ser humano que veja e pense os outros de forma diferente.
Por outro lado, não me parece que os imigrantes venham roubar trabalho, regra geral, vêm desempenhar profissões que ninguém quer. E a médio e longo prazo, têm um papel fundamental na natalidade. As actividades criminosas não dependem da nacionalidade ou etnia, mas sim de outras questões sociais, principalmente o critério da riqueza.
Em relação à questão da homofobia, volto a dizer o que referi na aula. Fizeram-se grandes avanços no que toca aos direitos de gays e lésbicas. Alguém disse que a luta pelos direitos homossexuais é a luta de direitos civis do séc. XXI. No entanto, a luta pelos direitos de gays e lésbicas é utilizada por alguns, como uma forma de auto-promoção que não me parece correcta (estilo Lady Gaga). Eu gosto bastante de Kant, porque realmente a intenção, para mim, é fundamental, os fins não justificam os meios, na maioria das situações. No entanto, os avanços na luta contra a homofobia não são iguais em todas as culturas (vejam o vídeo que vos deixo). Eu acho que as paradas, muito honestamente, não incomodam ninguém (provavelmente só o transito), não percebo assim o porque de tanta crítica.
É interessante o facto de termos assistido a este filme, e termos tido contacto com a notícia de que o cronista social Carlos Castro foi morto (lá tem a TVI e o Correio da Manhã notícia para os próximos dois séculos!). Eu estava a ler a notícia na net, e tenho por hábito ler os comentários, e deixo-vos aqui o link, porque diz muito sobre a forma como se lida com a questão da homossexualidade neste país.
http://dn.sapo.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1752067
http://www.youtube.com/watch?v=XkdTtC3qlyg

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Preconceito e tolerância: um teste pessoal (2)

Outra dose de perguntas, agora sobre o racismo:

1- Teriam a mesma facilidade em andar ou mesmo de casar com uma pessoa de outra etnia, designadamente se fosse preto ou cigano?

2- Os ciganos são preguiçosos que querem viver à custa de subsídios do Estado, a não ser que sejam traficantes de droga?

3- Numa situação de grande desemprego como a que se verifica actualmente no nosso país, deveríamos seguir a máxima de preferir que os postos de trabalho sejam ocupados por cidadãos portugueses?

4- A concessão da nacionalidade portuguesa deve ser atribuída a cidadãos estrangeiros essencialmente justificada por critérios de solo (o local onde nasceram) ou de sangue (onde nasceram os pais)

5- Os pretos roubam mais do que os brancos, são menos higiénicos do que os brancos, ou têm mais tendência a provocar desacatos do que os brancos?

Preconceito e tolerância: um teste pessoal.(1)

A propósito do filme que vimos na 5ª feira e da discussão subsequente gostaria de vos deixar algumas perguntas:

1 Como receberiam s notícia de um filho ou filha vossa se vos dissesse que era homossexual?

2 Acham que os casais homossexuais devem ter o direito de adopção, ou esse direito deve ser reservado a casais heterossexuais?

3 As paradas gay são uma manifestação de exibicionismo irritante ou uma demonstração de afirmação de ma minoria sexual?

4 Acham que o pensamento politicamente correcto discrimina aqueles que são contra o alargamento de direitos dos homossexuais?

5 Se são heterossexuais e forem abordados por um homossexual com uma tentativa de engate reagiriam da mesma maneira caso essa tentativa fosse de um heterossexual?

Jorge

Sondagem

Já temos sondagem para o filme desta semana. VOTEM, por favor!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Descriminaçao....

Todos nós criamos espectativas em relaçao ao mundo que nos rodeia, mas o que será que acontece quando o rumo que a nossa vida toma nao corresponde a tais espectativas....



Neste filme a Sra Whitaker descobre que o seu marido era homosexual, agindo em conformidade com os preconceitos errados da sociedade da sua epoca, encaram a homossexualidade como uma doença.
A meu ver nao é é uma doença, nem nada a que se pareça....apenas uma opçao, e quem a toma, tem tantas possibilades de ser feliz como que escolhe ser heterossexual( uma nao escolha , tambem é uma opçao na mesma).

Em relaçao a outro tipo de discriminaçao...o racismo...este filme expoe esta tematica nao só quando há um grande escandalo ao verem que uma dona de casa 'bem parecida' trata um negro de igual para igual... e quando se ve um negro numa galeria de arte a criticar como qualquer outro individuo, ou melhor como qualquer outro individuo interessado em cultura...acabando por os filhos tantos da whitaker como do Deagan serem prejudicados pelo relacionamento dos pais de etnias diferentes...

Na minha opiniao esta discriminaçao racial esta presente nos dias de hoje, mas nao tem qulquer sustendo, antigamente considerava-se que uma pele clara é que era 'finorio' pois os trabalhadores rurais que passavam grande tempo ao sol adquiriam um tom de pel mais escuro, mas isto ainda ocorre nos dias de hoje na India. Existe um grande mercado ha volta dos cremes branqueadores da pele, porque consideram inferior quem tem tons de pele mais escura.
Actualmente na Europa é ''fino'' ser moreno pois significa que uma pessoa tem mais tempo de lazer(ir para a praia bronzear-se, ou mesmo ter dinheiro para irem a solarios)...

Deixo aqui uma questao, nao será a base do racismo discriminaçao economica?

sábado, 1 de janeiro de 2011

Sondagens

Como classificas o filme "Mars Attacks!" de Tim Burton?
1 1 (7%)

2 4 (28%)

3 4 (28%)

4 5 (35%)

5 0 (0%)

Votos apurados: 14

Alexandre