quarta-feira, 22 de junho de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 1 (33%)
4 1 (33%)
5 1 (33%)
Votos apurados: 3
terça-feira, 7 de junho de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 2 (50%)
4 0 (0%)
5 2 (50%)
terça-feira, 31 de maio de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 3 (42%)
4 1 (14%)
5 3 (42%)
Votos apurados: 7
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Sondagens
1 2 (28%)
2 1 (14%)
3 3 (42%)
4 0 (0%)
5 1 (14%)
Votos apurados: 7
sábado, 14 de maio de 2011
Criavam-se ''semi-humanos'' de acordo com os gosto dos donos, mas que so tinham 4 anos de vida porque a partir do 3º podiam começar a desenvolver emoçoes e pensamentos proprios. OU seja o objetivo era criarem um escravo só que tinha o problema de que com o tempo desenvolveria vontade propria e talvez nao gostasse do fim para o qual tinha sido criado.
Se tinha emoçoes sentimento, razao... era semelhante a outro ser humano, entao explora-lo é o mesmo que explorar outro ser humano.
Sabe-se hoje que muitos animais para alem do homem possuem sentimentos e emoçoes. sera entao o entusiasmo das pessoas ao verem uma tourada semelhante aoentusiasmo quando em algumas civilizaçoes passadas e presentes turturavam e matavam as pessoas na praça publica?
Lá porque se criam os touros exclusivamente para entrarem na arena temos direito de os torturar? Nao é por os pais criarem um filho que têm o direito de fazerem dele o que querem...
é claro que nao podemos perguntar a um touro se gosta ou nao de estar na arena e obter resposta da mesma maneira que obteriamos de uma criança.
Já agora o que acham das lutas de caes e das touradas?
Sondagens
1 0 (0%)
2 2 (15%)
3 2 (15%)
4 5 (38%)
5 4 (30%)
Votos apurados: 13
domingo, 8 de maio de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 1 (20%)
3 4 (80%)
4 0 (0%)
5 0 (0%)
Votos apurados: 5
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Religião?Sim ou Não?
Falar sobre religião e ainda por cima sem se prender a um lado e sem criticar gratuitamente a religião em si é difícil, portanto e assim este comentário não é dirigido objectivamente á defesa da minha tese ou opinião contra a religião e a razão pela qual não me identifico com ela, é sim uma explicação pela qual para mim a discussão sobre a religião não passa de uma troca de experiências de vida e opiniões de cada um sem argumentos validos ou inválidos para cada lado e assim não e uma discussão que me tenha dado muito prazer.
”Se Deus realmente não existisse, isso faria alguma diferença?”
A resposta é não, pois a fé não é algo que se seja objectivo ou cientifico, não e algo que se tenha de provar ou argumentar e não depende de existência ou não de Deus pois se dependesse inteiramente disso não existiria apenas pela simples falta de provas empíricas da sua existência.
A fé e sim algo extremamente individual e pessoal, que se sente e não que se sabe, e portanto não se argumenta a favor nem contra a religião (contar a religião e não contra a Igreja instituição, pois contra esta critica-se e bastante até), pois um debate ou discussão sobre religião entre 2 ou mais sujeitos acaba automaticamente a partir do momento em que um deles diz "para mim a religião e muito importante e faz parte de mim" ou "eu sinto deus ao meu lado" ou "a fé e o meu ponto de abrigo" pois tudo isso são escolhas que cada pessoa faz para a sua vida e não me cabe a mim (embora quisesse e pudesse) nem a ninguém julgar ou criticar essas escolhas pois não afectam positiva ou negativamente ninguém senão essa mesma pessoa.
Mesmo numa discussão sobre a inserção da religião na sociedade e se e mesmo necessário a uma sociedade e a um pais a existência da religião, essa temática não vai muito alem de um individuou x dizer "sim, mas há algumas pessoas que precisam" mostrando mais uma vez o carácter individual e pessoal que a religião representa.
Apesar disso penso que este filme te pede acima de tudo para renovar a tua fé e te afastar de qualquer dogma ou corrente que te aprisione e te obrigue a amar e a adorar estátuas, ou a seguir máximas com as quais não te identificas, comer a hóstias, beber o vinho e ajoelhar. É um filme que quer que te movas por aquilo que acreditas e que tenhas mais fé em ti mesmo e no que julgas ser a verdade, pois no final de contas é isso que Deus é. É fé.
Em conclusão deixo esta pergunta no ar sobre as quais tenho duvidas e deixo aos entendidos em religião da nossa turma para me fazerem o favor de as responder.
A fé serve como uma salvação, um instrumento de protecção ou um ponto de abrigo?
Obrigado
Botão
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Vencedores do 2ºPeríodo


"Qual o filme que mais gostaste de ver neste 2ºperíodo?"
"A Leste do Paraíso" de Todd Haynes 1 (8%)
"Gato Preto, Gato Branco" de Emir Kusturica 1 (8%)
"Crimes e Escapadelas" de Woody Allen 0 (0%)
"Conversa Acabada" de João Botelho 0 (0%)
"A Comédia de Deus" de João Cesar Monteiro 5 (41%)
"Viridiana" de Luis Buñuel 2 (16%)
"Um Verão de Amor" de Ingmar Bergman 0 (0%)
"Crepúsculo dos Deuses" de Billy Wilder 2 (16%)
"Vontade Indómita" de King Vidor 0 (0%)
"O Delfim" de Fernando Lopes 0 (0%)
"Morte em Veneza" de Luchino Visconti 0 (0%)
"Control" de Anton Corbijn 0 (0%)
"Manhã Submersa" de Lauro Antonio 1 (8%)
"Via Láctea" de Luis Buñuel 0 (0%)
Votos apurados: 12
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Como nao estive presente no debate da aula nao sei ao certo qual o rumo tomado na tematica da religiao.
Mas nao quis deixar de dar o meu contributo.
Tenho um bizavô padre, e talvez seja por isso que a parte do amai o proximo nao se aplicava quando era a hora de, na pascoa, o padre ir dar a bençao á casa dos meus bizavos. O curioso é que quando o meu bizavo morreu , o padre passou a ir a casa da mae da minha avo dar a bençao...
domingo, 24 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
"Recordações da Casa Amarela"
Gostei bastante, e realmente há muito mais a dizer, mas não me vou alongar com poucas pessoas a terem visto o filme.
Aqui fica o trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=ERAj17y-3yE
P.S: o filme foi Leão de Prata em Veneza, injustamente, na minha opinião, merecia o Leão de Ouro
domingo, 10 de abril de 2011
"Festival"
Para este "Via Láctea" de Buñuel não há sondagem. Esta semana falei com o stôr, e propôs que escolhêssemos (estilo festival de cinema), os nossos três filmes preferidos do 2º período. Já me podia ter lembrado para o 1º, mas neste momento é preciso dinamizar um bocado o blog. Para além dos trÊs melhores, escolhemos os três piores.
POR ISSO VOTÉM!!!!!
Sondagens
1 0 (0%)
2 3 (33%)
3 3 (33%)
4 2 (22%)
5 1 (11%)
Votos apurados: 9
Via Láctea
Talvez este seja o seu filme mais focado a abordar a problemática das religiões e, em particular, do cristianismo. A mensagem nem sempre é directa e muito menos, explicita,mas podemos retirar das imagens muitas vezes avulsa, que a metáfora segue a dimensão da viagem. Os dois vagabundos que viajam sem grande devoção entre Paris e Santiago de Compostela vão sendo confrontados com o percurso das contradições da religião cristã através dos séculos. De forma elíptica desfilam muitos dos seus dogmas: o carácter da graça, a unidade e a diversidade da santíssima trindade, a mortificação do corpo,a redenção do pecado,etc. Buñuel não constrói nenhum panfleto: limita-se de forma satírica e venenosa a apontar as contradições que, aliás, também se estendem ao próprio ateísmo, como uma forma invertida de afirmação de fé.
O final do filme parece-me paradigmático: após a jornada longa encontraram não as relíquias do santo, mas uma prostituta. Como suprema ironia, o corpo triunfa sobre a alma, o temporal impõe-se ao espiritual, o sagrado bate em retirada perante o simplesmente terreno. Mais uma vez é Nietzsche que espreita: permanecer fiéis à terra e não se deixar cair nas tentações mentiras dos visionários do além.
Uma reflexão final para a qual gostaria do vosso comentário: será que a religião torna as pessoas mais felizes? Toda e qualquer religião ou a forma como a religião cristã se implantou? A religião é necessária? Em que sentido e com que atributos?
Jorge
domingo, 3 de abril de 2011
Filme da última aula do 2º período
Gostava de saber que filme é que desejam ver na última aula deste período:
- Ou vemos a Via Láctea da Buñuel e continuamos o ciclo sobre religião iniciado na aula passada com a Manhã Submersa.
- Ou vemos um filme mais ligeiro como no primeiro período. Nesse caso, aceitam-se sugestões.
Jorge
sábado, 2 de abril de 2011
Manhã Submersa

Olá a todos!
O filme da última quinta (inserindo-se no ciclo de filmes portugueses dedicado aos autores do camões)foi o "Manhã Submersa", do Lauro António.
Eu não gostei do filme. Nunca li o romance do Vergílio Ferreira, mas realmente o filme era mau. EU PERCEBO QUE NÃO EXISTAM APOIOS PARA SE FAZER CINEMA EM PORTUGAL, e que o filme se tenha feio com dois mil contos, mas aquele efeito de vento??? Parecia a transição entre diapositivos num powerpoint, sempre igual! Então e o barulhuzinho dos sapatos, disincronizado em relação ao andar? Porque é que o espectador tinha que ver os miúdos a passearem-se 50 vezes naquela espécie de claústros do seminário. A isto acrescenta-se o Vergilio Ferreira a por e a tirar os óculos 20 vezes numa cena!
Eu não achei de todo que o miúdo tenha feito um bom papel. Eu não percebo como é que num dos romances definitvos da literatura portuguesa, se escolhe para protagonista, uma pessoa sem experiência, que não dizia as falas, mas sim as lia. As interpretações que se aproveitavam foram mesmo, a da Eunice Muñoz e do Canto e Castro, porque de resto...
Repito aquilo que disse, achei um filme muito pobre para uma obra de tamanha envergadura.
2/5
Alexandre
Para a Patrícia
Foste a única pessoa da turma que me entregaste a crítica em papel.
Gostaria que me mandasses o teu e-mail para que eu te possa responder e assim não ficares quatro dias à espera da próxima aula para leres a minha opinião.
PS: Ainda me faltam receber 6 críticas (não conto com o Gonçalo do 12º J). Espero que os faltosos (Mafalda e João Barreiros - 12º C, Francisco - 12º G, Rita - 12ª A, Faustino - 12º I e Renato - 12º L) o enviem durante o fim de semana. Tenham pena de mim que ainda vou ter que corrigir uma turma de testes do 11º C na segunda feira.
Manhã Submersa
Ouvi algumas opiniões contraditórias (uns gostaram outros não) e seruia interessante que pudessem expressar aqui as vossas razões.
Jorge
quarta-feira, 30 de março de 2011
Sondagens
1 1 (12%)
2 1 (12%)
3 1 (12%)
4 5 (62%)
5 0 (0%)
Votos apurados: 8
Já temos assim sondagem para o filme de amanhã, "Manhã Submersa", do Lauro António
segunda-feira, 28 de março de 2011
Envio das críticas
Só peço é que tentem não ultrapassar o final do dia de 6ª feira, para eu as poder apreciar durante o fim de semana.
Jorge
domingo, 27 de março de 2011
Control

Olá a todos!
O filme da aula passada partia efectivamente da perspectiva da viúva do Ian Curtis. Provavelmente muitas questões não corresponderiam propriamente à realidade. Mas o filme não deixava de ser extremamente coeso e bem conseguido. Gostei da aposta no preto e branco, escolha interessante.
O stor colocou na aula a questão de que até que ponto os Joy Division, devia o seu sucesso, não a aqualidade inquestionavel da sua música, mas sim à ao suícidio do Curtis.
Eu acho que realmente a música dos Joy Division é óptima, mas o suícido foi a melhor publicidade que a banda podia ter. Mas apesar disso, respeitaram o seu catálogo, e não lançaram provavelmente músicas gravadas em estúdio que seriam pessimas só para lucrarem com isso (e que o próprio Curtis não queria ver lançadas, seria também a vontade de Johnny cash, possivelmente, que tem quatro álbuns de originais alnçados desde que morreu) ou não lançaram 50 000 colectâneas (estilo Queen).
Se virmos bem, a morte é realmente uma fonte de lucro extraordinária na indústria do entertenimento. Temos o caso do Jimmy Deam, por exemplo. Que todos os anos, no aniversário da sua morte, traz milhões e milhões de dolares à terra onde nasceu, que é digna de grandes festas por essa altura. Na minha opinião, a morte de artistas jovens, é uma mina, porque realmente vivemos naquela perspéctiva do que poderiam ter vindo a dar ao mundo. E claro, que vidas perdidas tão cedo, trazem grande comoção.
Alexandre
Sondagens
1 1 (11%)
2 0 (0%)
3 4 (44%)
4 1 (11%)
5 3 (33%)
Votos apurados: 9
sábado, 26 de março de 2011
Próxima aula
Foi também o último filme que vimos sobre o ciclo da Estética. Na próxima aula começaremos com um pequeno ciclo de filmes sobre religião (2/3 no máximo).
Ao contrário do que eu tinha dito a alguns de vocês, a presença do Lauro António no auditório será só na próxima 5ª feira. Assistiremos à projecção do filme «Manhã Submersa» que aliás se enquadra no tema da religião.
Não se esqueçam, portanto, que a próxima aula é no auditório.
Jorge
Data de entrega das críticas de filmes
Queria recordar-vos que a data de entrega das vossas críticas termina na próxima 5ª feira dia 31 de Março.
Podem trabalhar sobre qualquer filme à vossa disposição, visto ou não nas aulas, desde que se enquadrem nos temas que temos abordado nas aula: política e sociedade e valores.
Não se esqueçam de respeita a grelha acordada.
Bom trabalho
Jorge
sexta-feira, 18 de março de 2011
Desabafo
Só facto deste filme ter sido nomeado para os Óscares, revela de forma cristalina como está decrépito o sistema de Hollywood.
O filme é uma variação grosseira e confusa sobre o maniqueísmo, oscilando entre a pieguice e a crueldade inútil. A história é banal e a realização conformada a um convencionalismo e academismo quase atroz entrecortada de vez a vez por algumas pretensas ideias originais que só o tornam pior.
Jorge
Criação artística: processo e produto.(2)
A apreciação estética fundamenta-se nos chamados juízos estéticos. Estes são fundamentalmente juízos de gosto. A discussão sobre a natureza dos juízos de gosto e sobre se existe um Belo em si mesmo inerente aos objectos independente do sujeito, tem dividido os filósofos.
Para Kant, defensor do subjectivismo estético, não existe um belo em si mesmo. Os juízos estéticos são subjectivos e a beleza depende dos sentimentos de prazer provocados pela contemplação do objecto estético. Logo, a beleza não é propriedade de um quadro, mas refere apenas o sentimento de prazer que a representação do objecto em nós provoca. Por isso, todo o juízo estético é singular porque se refere apenas ao sujeito que ajuíza, mas universalmente subjectivo porque comunica a necessidade de adesão universal, pois deve ser válido para todos.
A esta corrente opõe-se o objectivismo estético, cujo principal defensor é o filósofo americano Beardsley Monroe que considera que a apreciação estética depende de um conjunto de características existentes no próprio objecto. Para este filósofo reduzir a arte apenas ao prazer que delas obtemos, impede-nos de considerar o valor peculiar das mesmas. Por isso, propõe que a obra de arte seja analisada por um conjunto de qualidades e relações internas, a saber:
• Unidade (questões relacionadas com a unidade, organização, estrutura formal, estilo coerente e perfeição da obra de arte)
• Complexidade (simplicidade/complexidade da obra, diversidade, contrastes, subtileza, imaginativa e inovadora)
• Intensidade (vitalidade, poder, ternura, sentido trágico e irónico, delicadeza e comicidade)
Jorge
quinta-feira, 17 de março de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 1 (25%)
3 2 (50%)
4 1 (25%)
5 0 (0%)
domingo, 13 de março de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 0 (0%)
4 6 (54%)
5 5 (45%)
Votos apurados: 11
Criação artística: processo e produto.(1)
No processo de criação artística é muito frequente acontecer aquilo que se passou com a personagem do velho senador do filme Mr Smith Goes to Washington: cedemos um dia aqui; no outro cedemos ali e finalmente estamos a fazer não o que queremos, mas o que as diversas indústrias artísticas querem que nós façamos. Normalmente, é um caminho sem retorno.
Algumas artes, designadamente as mais populares como o cinema e a música,exercem sobre os criadores uma pressão terrível. O artista deve ser rentável, isto é, como é admiravelmente retratado no filme, ser capaz de corresponder ao gosto médio do consumidor. E o gosto médio do consumidor é, geralmente conservador, por um conjunto muito variado de razões. Do ponto de vista puramente processual, esse é o dilema do criador: manter o seu espírito de independência e fazer o que quiser (independentemente da qualidade do produto), ou adaptar-se às exigências de quem investe.
Claro que há casos de conciliação bem sucedidos. Criações artísticas que são simultaneamente inovadoras e populares. Penso que, com a progressiva mercantilização da criação artística, essa situação vai sendo cada vez mais difícil, embora seja diferente de arte para arte.
Na música, por exemplo,o aparecimento do cd na segunda metade da década de 80 e da Internet nos anos 90, tornaram o processo de gravação e de distribuição muito mais baratos do que nas décadas anteriores. Hoje é relativamente fácil e barato divulgar música por canais alternativos, o que permitiu o aparecimento de inúmeras expressões musicais totalmente independentes do mainstream dominante. O maior problema prende-se com a possibilidade de uma divulgação mais ampla doo que se cria. Mas isso é a secreta vingança do sistema em relação ao que não pode controlar.
Jorge
Finalmente posso escrever
Gostaria que escrevessem no comentário a este post, quais os filmes que querem que vos traga na próxima aula.
Jorge
quinta-feira, 10 de março de 2011
comentario ao filme dos arquitetos
a meu ver o interesse individual nao tem que ser necessariamente antagonico ao do coletivo, mas mesmo que o fosse, nao creio que essa ''disputa'' esteja presente no filme. O que existe é um arquiteto inovador e talvez por isso incompreendido pelos 'intelectuais' do seu ramo( á semelhança de todos os inovadores ao longo da historia) . o outro arquiteto(ou comentador ja nao me lembro) é que nao gostou deste novo estilo e tentou manipular massas atraves dos media para ''ridicularizar'' este novo estilo, um verdadeiro contra-revolucionario.
levatou-se tambem a questao do ser bem sucedido ou nao , o conceito de bem sucedido depende muito dos valores que nos guiam. deixo aqui um´pensamento de Che Guevara : 'mais vale morrer cedo, de pé, do que tarde de joelhos''
quarta-feira, 9 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 2 (40%)
3 3 (60%)
4 0 (0%)
5 0 (0%)
Votos apurados: 5
OS custos da realizaçao de um filme sao bastante superiores do que os custos da produçao de uma letra ou de um quadro, o cinema, a setima arte necessita de materiais com custos muito superiores ás outras artes.
Mas quer o pintor quer o escritor á semelhança do realizador expressam nas suas obras as suas convicçoes ideologicas, dão a sua perspectiva do mundo, pondendo o publico aderir ou nao. Agora quando os productores establecem como objectivo a maximizaçao dos lucros, o cinema deixa de ser uma arte (a meu ver claro) a passa a ser mais comercio que outra coisa.
Nao queria deixar de referir a importancia que o cinema tem na divulgaçao(e alienaçao) das massas, assim como as novelas tornam as pessoas conformistas e resignadas.
a vosso ver terao as novelas um impacto mais benigno do que maligno na populaçao?
gostariam de ter mais cadeiras no ensino que proporcionassem ao estudante uma maior possibilidade de se exprimir pela arte?
nao acham que as profissoes mais rentaveis ( tanto para a empresa como para o proprio trabalhador) sao as que o empregado tem uma maior margem de criatividade no trabalho?
será o cinema isento da pressao de grandes lobby's e monopolios capitalistas?
será a pintura, escultura e literatura uma arte mais 'livre' do que o cinema?
Sunset Boulevard

Olá a todos!
Eu acho que o filme desta semana era extraordinário. Estéticamente é mangnífico. O American Film Institute disse que era o 12º melhor filme americano de sempre (se bem que estas listas, valem o que valem).
Pondo estas questões de parte, o filme permite-nos uma importante reflexão sobre as exigências do mundo da imagem. A personagem da Gloria Swanson vê a idade e as rugas afasta-la do mundo das câmeras. Uma realidade de Hollywood, que se estende a muitas outras áreas. A idade pesa, e muito. Quando a beleza se vai, somos deitados fora, principalmente as mulheres (em relação a esta tema, seria interessante vermos o "Gilda"). A imagem conta, e cada vez mais. No entanto, muitas vezes aqueles que são bons nas suas actividades e que sejam bonitos, acabam ofuscados por essa beleza.
Por outro lado, temos um filme que nos faz perceber que Hollywood, não é mais do que uma indústria. Fazer dinheiro é o grande objectivo. Eu não concordo com esta perspéctiva no entanto, acredito que as pessoas que trabalham nestes séctores são artistas. Não podemos dizer que o cinema americano (de estúdios)não é arte. O Billy Wilder fez filmes para serem vendidos, no entanto não deixa de ser genial. Acho que o facto de que o cinema é uma indústria à escala mundial, pode ser benéfico no sentido em que a função social da arte, chega a mais pessoas.
Alexandre
sexta-feira, 4 de março de 2011
Referência para documentário dos Joy Diivison
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Desculpem a ausência
Eu concordo com a sugestão do Alexandre. Gostaria que víssemos uns 3 filmes sobre arte e estética. O Sunset Boulevard poderia ser um deles. Pensei também no Gosto dos Outros, mas esse é um filme que alguns andam a ver nas aulas de Sociologia. Poderíamos ver igualmente o filme Morte em Veneza do Visconti que é um dos mais belos filmes da história do cinema e uma reflexão sobre a própria arte. E gostava que víssemos um filme sobre uma estrela ou movimento pop: para quem gostas dos Joy Division, poderíamos ver o Control, ou o 24 Hour Party People (sobre a editora Factory), ou o Velvet Goldmine do Todd Haynes, sobre o glam-rock .
O Renato sugeriu alguns filmes e por mim veria com muito gosto o Twin Peaks do Lynch.
Depois podemos decidir na aula.
Jorge
Já que isto tem andado muito morto
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 1 (8%)
3 5 (41%)
4 3 (25%)
5 3 (25%)
Votos apurados: 12
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Sugiro...
Venho por este meio recomendar alguns filmes que acho interessante vermos nas nossas aulas de filosofia e cinema (filmes estes que se prendem com diversas temáticas e podem ser vistos a qualquer aula:
- Um filme que tenho grande desejo de ver e que penso que seria benéfico à discussão, e que na minha opinião (apesar de já termos abordado alguns dos temas que este filmes nos incita a discutir) constitui um grande buraco na nossa lista. O filme é o "American History X" (América Proibida em Português), que em suma se dirige ao neo-nazismo personificado pela personagem de Derek (Edward Norton) e do seu irmão mais novo Danny, que idolatra o irmão mais velho e lhes segue as pisadas como membro de um largo grupo de skin-heads contra a integração e exploração dos imigrantes nos EUA.
- Outro filme que gostaria bastante de ver, devido ao meu gosto pessoal imenso por esse mesmo filme, é o "Twin Peaks – Os últimos dias de Laura Palmer"de David Lynch, que basicamente é um filme que gira em volta da personagem de Laura Palmer (e o seu assassínio), que em suma acaba por dar cabo da sua vida, e que se dirige á personagem em si de uma forma muito psicológica e profunda, tornando-se na sua base um filme de sonhos, de premonições e alucinações, e que chega até mesmo a ser bizarro, assustador ou objecto de repulsa.
- Outro dos filmes que se dirige objectivamente ao problema da pena de morte, mas que aborda vários outras temáticas, é o "Dead Man Walking" de Tim Robbins, com Sean Penn e Susan Sarandon, e que desenvolve a história de um criminoso condenado a morte por homicídio e violação que luta contra tudo e todos para anular a sua executado com a ajuda de uma freira católica que aceita o cargo de ser correspondente desse mesmo condenado e assim criam uma grande ligação.
- Este filme dirige-se ao tema da corrupção e do crime, da droga e dos gangs, mais objectivamente das favelas no Brasil, e da forma como estas cresceram para criar a rede imensa que hoje são."A cidade de Deus" de Fernando Meirelles
- Por fim queria sugerir m filme que não se pende objectivamente a temáticas muito objectivas mas que é um filme que considero brilhante e que é basicamente sobre a felicidade e a capacidade de ver o positivo mesmo nas piores das condições. Emocionante e hilariante: "A vida é Bela" de 1999 de Roberto Benigni.
Possuo-o todos estes filmes em Dvd’s originais se surgir a hipótese do visionamento de qualquer um deles.
Renato
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Sondagens
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 2 (25%)
4 3 (37%)
5 3 (37%)
Votos apurados: 8
8 votos pessoal!? Costumavamos ter vinte pelo menos no período passado. Vamos lá a reanimar isto.
Alexandre
Daniel Goleman, Inteligencia Social.
Vivemos rodeados de tecnologia, desde telemoveis a redes sociais, será isso benefico para o desenvolvimento da cooperaçao entre povos estimulando a interaçao ou, pelo contrário promove o isolamento?
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
''historia desconhecida dos homens desde há cem mil anos''
aqui vos deixo o resumo que vem no livro gostaria de sabeer o que pensam sobre esta ''teoria cientifica''...mais adiante se quiserem posso transcrever uns excertos.
por agora :
''A sua tese fundamental: o homem de hoje nada inventou. Tudo ja foi vivido e experimentado pelos Antepassados Superiores. Os homens construíram já naves siderais, viajaram no cosmos, conheceram as ondas hertzianas, os motores de reacçao, os ioes solares, a energia atomica. Irradiaram o nosso planeta e deterioraram a espécie humana. Mas os poucos sobreviventes desta humanidade superior, antes de desparecerem ou caírem na inconsciencia- antes de se tornarem ao que nós hoje chamamos ''homens pré-historicos'' - legaram aos seus descendentes uma mensagem, advertindo-os das consequencias das suas proprias descobertas. Porém, no decorrer dos séculos, centros de contraverdade têm ocultado este conhecimento, mantido somente pelas sociedades iniciáticas. Extraordinariamente bem documentada, Historia Desconhecida dos Homens desde há cem mil anos, se de inicio surpreende, convence á medida que as paginas vao passando e se acumulam os factos que fascinam os leitores, amantes da Primi-Historia. Remetendo-nos á era dos nossos longinquos antepassados contrutores de uma civilizaçao , que os sabios de hoje, em segredo , reconstituem anunciando o regresso dos mestre do mundo.''
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Sondagens
1 1 (11%)
2 0 (0%)
3 1 (11%)
4 1 (11%)
5 6 (66%)
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
E que tal um filme de amor?
Antes de passarmos à estética, achei que teria piada vermos um filme que relatasse uma história de amor. Pensei no Casablanca do Michael Curtiz, mas este filme coloca um outro problema fulcral relacionado com o sentido da existência.
Lembrei-me então do filme Sommarlek (Um Verão de Amor). Trata-se de um dos primeiros filmes de Ingmar Bergman, realizado em 1951 e que na opinião de Jean-Luc Godard é o mais belo filme alguma vez feito. Não sei se é, mas gostava de o partilhar convosco. Para aqueles que têm uma ideia de Bergman como um cineasta pesado e difícil, podem ficar descansados. Eu sou um incondicional do realizador sueco, mas este é um filme de juventude. Uma bela e triste história de amor. Não sei se vai permitir grande discussão, uma vez que nunca passei este filme a alunos, mas não há nada como experimentar.
Jorge
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Ainda sobre os filmes que vimos nas últimas semanas
Na parte final da aula, discutimos um tema que gostaria de retomar e aprofundar aqui: Precisamos de um Bem e de um Mal que ultrapassem uma mera dimensão individual? Deveremos ser absolutamente relativistas na nossa ordem de valores? deveremos, pelo contrário, seguir os princípios de Francesco Alberoni, que afirmava que somos relativistas, mas que deveremos agir como universalistas? Mas se somos unânimes em rejeitar o relativismo (pelo menos o relativismo absoluto) na medida em que ele nos conduz directamente ao egoísmo e à indiferença, que valores deveremos aceitar? Que Bem e que Mal?
Esta discussão pode parecer meramente teórica, mas não é. Se pensarmos na revolução actualmente em curso no Egipto e nas opções políticas e ideológicas que se abrem a esse país, veremos que esta é a grande discussão do nosso tempo.
Jorge
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Os filmes de João César Monteiro e outros.
Eu estarei disponível para vos emprestar os filmes deles, caso o desejem. A seguir á sua morte foi editada uma caixa com 11 dvd`s contendo praticamente toda a sua filmografia em edições críticas e com muitos extras. O único senão era o preço: 175 €. Os filmes também se vendiam e ainda vendem individualmente, mas também a preços pouco convidativos.
Eu tive a sorte de ter um amigo que me gravou todos os filmes e mos ofereceu no Natal.
Para quem não quiser comprar há sempre uma alternativa: o blogue My One Thousand Movies (http://myonethousandmovies.blogspot.com/) publicou-os todos e ainda mais 3 curtas que não vêm na colecção. Para ver no pc basta fazer o download dos filmes. Como os filmes vêm em formato rmvb, precisam de instalar o Real Player e os filmes correm lindamente no vosso computador.
Quem, como eu, não gosta de ver filmes no pc e prefere o ecran da televisão tem que fazer o download do software Convert X to dvd (http://www.vso-software.fr/products/convert_x_to_dvd/?source=update) ou ir ao google que eles depois reenviam e converter em formato avi. indicado para dvd. A conversão é lenta, cerca de meia hora por filme, mas excelente uma vez que faz logo a separação dos capítulos e agarra as legendas sem problemas.
Para quem gosta muito de cinema, vale a pena percorrer com detalhe esse blogue. Não tem filmes recentes, mas são escolhidos com muito critério e bom gosto.
Jorge
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Para não julgarem que é apenas uma fixação minha
A Comédia de Deus acumulou 12 galardões: o Mionetto para o melhor
filme em concurso, os Prémios Cinemavvenire e Pasinetti ao Filme, o
Prémio Especial do Júri, o Prémio do Sindicatos dos Jornalistas de
Cinema Italianos para realização e o prémio da Crítica, todos no Festival
de Cinema de Veneza, bem como o Grande Prémio do Júri, o Prémio dos
Jovens Estudantes de Cinema e o Prémio para a melhor interpretação
masculina nos Encontros Cinematográficos de Dunquerque, para além
do Prémio l’Age d’Or da Real Cinemateca da Bélgica, o italiano Prémio 8
Fiuggi e o Prémio da Federação Internacional de Críticos de Cinema no
Festival de Montevideu
Jorge
Ainda sobre a Comédia de Deus - uma opinião.
«O dia da liturgia
João de Deus espalhou um venenoso perfume sobre Veneza. "A Comédia de Deus", de João César Monteiro, é uma celebração jubilatória, missa intoxicante aos sabores e odores arcaicos de um gelado chamado Paraíso- o cinema. É um filme de outra galáxia. Comovente foi, também, a celebração do regresso de Michelangelo Antomioni. Foi o dia da liturgia.
Há filmes em cujas imagens lateja uma pulsão predadora da beleza, mas como se ela fosse o reencontro com odores venenosos, intoxicantes - Paradjanov realizava esses filmes, por exemplo. Há então cineastas que se fazem sátiros, predadores arcaicos. João César Monteiro é um deles e " A Comédia de Deus", que ontem exalou o seu perfume na competição veneziana, é um filme monumento, celebração litúrgica do cinema como se ele ainda pudesse ser pecado.
É uma obra que vem de outra galáxia – está obviamente a anos luz da baixeza normalizada da maioria dos filmes da competição- e alguém lhe chamou "extraordinário tratado cinema, extraordinário tratado de obsessões e fetichismo". No caso deste filme, uma coisa tem que ver com a outra.
João de Deus, o sorveteiro que divide o seu tempo entre a mistura de aromas e a colecção de pêlos púbicos femininos, é o celebrante da extraordinária sucessão de rituais por que se estende este filme, - ao longo de 2h 45m. Rituais de caça, claro, rituais de um erotismo infantil e também satânico. Quando João de Deus brinca com um par de cuecas de menina, a elegância dos gestos é a mesma que bailava no corpo de Chaplin, por exemplo, ao brincar com o mundo no " Grande Ditador".
E quando João de Deus mergulha para um poço de ovos onde esteve acocorada a sua jovem presa – a grande "perturbação" deste filme é a pedófilia – a sofreguidão é cósmica. De onde é que vêm essas imagens? " De muito longe, coisas que li, que vi, filmes, pintura. É um magma. Há muitos materiais e a imagem é sempre uma conclusão". Dizia o realizador na conferência de imprensa. Este filme tinha direito a sair daqui com um Leão»
Jorge
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Sobre João César Monteiro
Após a sua morte em 2004, foi publicada uma caixa com 11 DVD`s abarcando a quase totalidade da sua obra (ficaram de fora apenas 3 ou 4 curtas). Para quem eventualmente esteja interessado em ver a sua obra na Internet, pode ir ao site myonethousandmovies.blogspot.com e encontrará lá todos os seus filmes.
Nem todos os seus filmes são geniais. Na fase inicial da sua carreira é marcada por uma intensa ruralidade e lirismo, bem diferente do filme que vimos na aula. A maior surpresa vem com o filme Recordações da Casa Amarela de 1989, onde cria a figura de João de Deus (interpretada por ele próprio)e que polarizou as opiniões, entre um rancor profundo e uma paixão desmedida (como calculam faço parte destes últimos). A figura de João de Deus mantém-se nos filmes A Comédia de Deus e As Bodas de Deus e está ainda indirectamente presente nos filmes Le Bassin de JW e no seu filme final, Vai e Vem.
O filme que dele gosto mais chama-se À Flor de Mar de 1985, que nada tem a ver com a personagem de João de Deus. Para quem quiser experimentar vale a pena mergulhar no cinema dele e assistir a algo que nada tem a ver com aquilo a que estamos habituados.
Jorge
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
A Comédia de Deus
«Como sabem, vamos dedicar este ciclo aos valores e achei por bem começar por um filme que representa uma absoluta transgressão dos valores tradicionais. O filme é marcado pelos contrastes claros que perpassam toda a obra cineasta: a música erudita e a música pimba;as citações literárias de Camões e a linguagem vulgar; a obscenidade e o recorte literário; as muitas palavras e o silêncio; a opulência e a degradação.
Mas, o filme é sobretudo marcado pelas contradições de João de Deus: homem pacato e zeloso, alquimista genial e respeitador dos valores familiares («não te esqueças que um dia serás mãe»), fundamentalista da higiene pública da privacidade da imagem e da reputação, pretenso altruísta que aparentemente se solidariza com os problemas da fome no mundo («temos que ser uns para os outros»). Mas é também a personagem da extrema perversidade: coleccionador dedicado de pelos púbicos, violador de empregadas de geladaria, falso beato e perverso no limite, João de Deus representa de uma forma cabal as contradições de uma moral dominante excessivamente repressiva que gera em todos nós uma duplicidade comportamental em que a parte obscura se remete para o domínio privado e nunca assumido perante os outros.
A hipérbole de João de Deus (personagem entendida como alter ego do cineasta) o seu sentido de transgressão e de excesso, nunca é gratuita. Ela remete-nos sempre para uma crítica feroz de todos os poderes colectivos constituídos sejam eles políticos, religiosos, empresariais e culturais (reparem no discurso de apresentação do novo gelado e dos convidados que o acompanhavam - uma prostituta reformada, um padre, um político e um empresário)e pela afirmação de uma feroz individualidade(JCM nunca se identificou com qualquer grupo ou lobby mesmo dentro do cinema)que mais do que uma redenção, deve ser entendida como um percurso de vida.
O filme remete-nos de forma elíptica para um vasto conjunto de questões de natureza filosófica, sobretudo de natureza moral: o que é o Bem e o que é o Mal? (Nietzsche defendia que estes conceitos não passam de palavras vazias). Quais os limites das convenções morais? Quais as relações entre a moral dominante e a felicidade individual? Qual o sentido de representação (no sentido teatral do termo) necessário a cada um de nós para se afirmar de forma socialmente aceitável, reprimindo a vontade e o prazer individuais? O que é que é socialmente aceitável relativamente aos comportamentos sexuais? Até onde poderemos transgredir?»
Está aberta a discussão
Jorge
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Sondagens
Como classificas o filme "Crimes e Escapadelas" de Woody Allen?
1 0 (0%)
2 1 (8%)
3 6 (50%)
4 4 (33%)
5 1 (8%)
Votos apurados: 12
Eu não publiquei sondagem para o filme desta semana, mas vocês querem que eu punha?
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Todos nós temos caracteristicas, desejos, vontades, inteçoes, convicçoes... que tentamos esconder, seria melhor admiti-las ou tentar sublima-las ,como por exemplo, na pintura, escrita...?
É preferivel isolar-se no seu 'mundo imaginario' a expor-se ao outro mundo para ser incompreendido e rejeitado?
e já agora, acreditam que há vida no Universo para além do planeta Terra? e se pudessemos entrar em contacto com esses seres deviamos faze-lo?
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Conversa Acabada de João Botelho
Gostaram? Não gostaram? Porquê? Aprenderam alguma coisa de útil no âmbito do estudo de Fernando Pessoa?
Digam de vossa justiça. Livremente, como sempre.
Jorge
domingo, 23 de janeiro de 2011
Sondagens
1 1 (6%)
2 0 (0%)
3 0 (0%)
4 8 (53%)
5 6 (40%)
Votos apurados: 15
sábado, 22 de janeiro de 2011
Moral...
Vou desenrolar o meu raciocinio sobre a tematica a partir desta definiçao.A moral baseando-se em deveres para com os seus semelhantes, é uma consequencia do que a sociedade em que vivemos atribui aos seus cidadaos como deveres, com isto quero dizer que de sociedade para sociedade, aquilo que nos exigem [deveres] varia-retirando qualquer hipotese de uma moral totalmente universal -. Mas pegando Na palavra ''costumes'' que consta na defeniçao de moral fico interrogado...será que a moral nao se forma a partir de crenças, praticas,e habitos sobre os quais nao refletimos?, quer com isto referir certas frases feitas que passam de geraçoes em geraçoes até que se incorporam na moral de cada um. Crenças religiosas que em muitos casos só servem para atrofiar as cabeças das pessoas- Como por exemplo, em algumas tribos de africa, fazer sexo com uma virgem purifica a alma, o corte dos genitais das mulheres, mas nao poderem sentir ''desejos sexuais'', entre muitos outros, inclusive em sociedades ditas por mais avançadas.- e que integram na moral.
Assim sendo acho que se pode deduzir que a moral forma-se de modo unico em cada ser com base nas suas escolhas ao longo da vida( Damásio provou que as variias escolhas que vamos tomando no decurso da nossa vida vao modificando ao nosso cerebro, e nao só), assumindo assim um caracter nao objectivo. Com isto, vamos julgar as acçoes dos outros e até mesmo as suas morais servindo-nos da nossa moral como modelo padrão.
Mas o legitima a minha moral mais do que qualquer outra, ou vice-versa? nao será a moral uma maneira melhor ou pior de saber compreender o real?
Roubar um chourisso para comer é moralmente incorreto? e ser banqueiro? depende do nosso conceito de roubar, depende do que definimos na nossa moral como correto ou incorreto...mas podemos sempre ter erros de raciocinio e construir ideias erradas(ou fazerem-nos contruir ideias erradas-alienaçao) mas nada como ir desdobrando a questao em parcelas cada vez mais simples até nos encontrarmos outra vez. Mas quando á moral estao associadas crenças, sem qualquer fundamento argumentativo a nao ser a propria crença é mais complicado haver entendimentos...
Porque é que as mulheres indias queriam ter os seus filhos sozinhas e num mundo 'civilizados' utilizam a epidural?
Porque é que na India quando convidado para uma refeiçao no final da mesma tenho que arrotar para nao ofender o dono da casa que me presenteou com uma refeiçao?
Porque é que na China em qualquer local posso soltar um flato mesmo na refeiçao, e em Portugal mesmo na casa de banho só com o som já ofende?
porque é que numa sociedade Islamica roubar nao é crime mas ser apanhado a roubar já o é?
Qual é a moral dos meninos de rua de 3º geraçao no Brasil?
Porque é que a guerra no Iraque foi moral?(e a do Afeganistao?)
Porque é que há religioes que proíbem o sexo no periodo sexualmente mais activo das mulheres por o consiferarem impuro?
Porque é que há religioes que consideram que o acto sexual serve meramente para procriar?
...
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Um mundo sem moral
Trata-se do filme mais desencantado de Woody Allen. A ideia que inicialmente se destaca é a de que o mundo é um lugar injusto e imoral. O oftalmologista comete um crime para salvaguardar a sua vida de aparências. Inicialmente está dominado pelos sentimentos de culpa e pelo remorso, que gradualmente vão desaparecendo. No final do filme, é um homem feliz. Em contrapartida a personagem da história paralela ( uma das mais simpáticas que Woody Allen criou para si próprio) é injustiçado por não lhe reconhecerem o seu talento, por uma esposa que não o ama e por uma possível amante que o troca pelo seu inimigo imbecil.
Penso que a chave do filme se encontra na evocação da conversa à mesa em que se debate a moralidade do universo.
O que Woody Allen dá a entender é que este mundo não tem um autor moral que crie uma universalidade de valores que previna as injustiças. Não se trata de um mundo sem moral, mas de uma moral criada pelos seres humanos e como tal imperfeita e provisória. Uma moral relativa que, de forma alguma, consegue evitar as injustiças. Não há sequer no filme, a remissão para uma outra justiça de cariz divino que numa outra vida, possa devidamente avaliar os nossos actos e proceder em conformidade. A justiça divina não existe.
Parece-me uma temática próxima de Sartre de algum existencialismo desesperado que em Portugal se traduziu muito bem em algumas obras de Vergílio Ferreira. O destino dos homens depende em grande parte da sorte e do acaso. Não podemos esperar nem por uma justiça perfeita criada pelos homens, nem por uma justiça cósmica redentora. Como diz uma das personagens à mesa,« se a guerra tivesse sido ganha por Hitler» as coisas teriam sido muito diferentes.
O que me parece mais curioso no filme, é que esta inexistência de uma moral universal, de imperativos categóricos, como pretendia Kant, uma razão universal orientada pela lei moral que obrigue a vontade a agir em conformidade,provoca no cineasta um profundo desconforto. Há como que uma espécie de darwinismo moral: neste mundo são os mais espertos e sem escrúpulos que se podem safar. Os justos, aqueles que procuram o Bem, estão muitas vezes condenados a penar. E nem sequer podem ter a consolação de serem redimidos noutra vida.
Claro que esta é a posição defendida no filme que não tem que ser forçosamente a de cada um de nós. As religiões em geral e o cristianismo em particular, deram-nos um conforto moral, embora perverso. Quando Deus entregou as tábuas da lei a Moisés fica-se a saber que existe um código universal de Bem e de mal criado por Ele, mas fica-se igualmente a saber que quem não o cumprir estará eternamente condenado.
Onde é que estão as tábuas da lei ou qualquer outra moral universal? Estaremos, pelo contrário, a viver no puro relativismo, onde as acções, boas ou más se equivalem? Até onde é que vai o relativismo? Conseguiremos, mesmo de uma forma relativa, criar uma moral com aparência de universal que possa servir de padrão de referência para a humanidade? Poderemos debelar ou minorar as injustiças? Poderemos acreditar que há um património comum da humanidade como por exemplo a Declaração Universal de Direitos Humanos?
Jorge
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Ciganos
Peço desculpa por esta semana ter estado mais ausente, mas realmente, estou a fazer dois trabalhos, que não dão tempo para respirar!
Em relação ao filme não há muito a dizer. Não era nada de especial, mas acima de tudo: divertido. Deu para rir muito do ridículo!
A questão dos ciganos é muito frágil. A primeira coisa que temos que perceber é que os ciganos, não têm pátria. São originários, efectivamente da zona da Roménia, Bulgária… no entanto, há registos de famílias ciganas em Portugal desde o século XVI. Portanto, os ciganos são tão portugueses como qualquer um de nós. Assim, não é portanto razoável “criarmos” um país para se repatriarem ciganos (o que costuma dar bom resultado).
A questão fundamental é, de quem é que é a culpa da “exclusão” dos ciganos, “nossa”, ou deles. Eu pessoalmente, não acredito na ideia de culpa, a responsabilidade é sempre partilhada. Portanto, a culpa não é só nossa, nem é só dos ciganos. Há que perceber que se percorreu um longo caminho na inclusão das famílias ciganas na nossa sociedade. Hoje em dia, vivem praticamente nos mesmos bairros, que a maioria. No entanto, temos que respeitar a cultura cigana. “Standartizar” as pessoas, nunca dá bom resultado. A diferença é indispensável. Parece-me que temos que fazer cedências “de parte a parte”. “Nós” e os ciganos. A comunidade vai ter que mudar alguns pontos de vista, sem dúvida, mas não os podemos formatar. Não podemos pensar que isso significa: leis próprias para ciganos. Somos todos iguais perante a lei, não me parece que seja possível, deixarmos que as crianças ciganas não vão à escola, ou que os pais vivam à conta do rendimento mínimo de inserção. Só que não querer trabalhar, e não pagar impostos, não é uma atitude apenas da comunidade cigana. E portanto, os que não são ciganos, esses também têm que cumprir a lei.
Inquestionavelmente o estado e as câmaras sócias, têm desenvolvido esforços para a inclusão dos ciganos, mas acham que mover fundos para essa questão, e depois as câmaras autorizarem a construção de muros para separar os bairros ciganos do resto da comunidade é uma boa “medida”?
Alexandre
Próximo filme e cinemateca
Assim, proponho que vejamos o filme de Woody Allen, Crimes e Escapadelas (1989) e através dele analisemos o temos da justiça, humana e divina. Que vos parece?
Infelizmente na 2ª feira passou na cinemateca um filme imperdível e normalmente pouco visto de John Ford O Sol Nasce para Todos de 1953. Ainda por cima não conheço nenhuma edição em DVD. De qualquer modo, também me seria impossível ir nesse dia. Vamos ver se algum de vocês consegue encontrar algum site na net com esse filme (em inglês The Sun Shines Bright).
O pior é que eu gostava de voltar convosco à cinemateca, mas nos dias em que tenho hipóteses de ir à tarde, os filmes são fracos. Vamos a ver se em Fevereiro a programação melhora.
Até 5ª
Jorge
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Sondagem
Como classificas o filme "Longe do Paraíso" de Todd Haynes?
1 0 (0%)
2 0 (0%)
3 3 (25%)
4 5 (41%)
5 4 (33%)
sábado, 15 de janeiro de 2011
Os limites da tolerância
Tolerância não significa indiferença ou a relativização total dos comportamentos. Mas também significa a total rejeição de pretensas superioridades de qualquer tipo, ou de generalizações abusivas em relação a todo um povo. Não significa que as leis não se cumpram, mas também não significa um cumprimento cego das leis.
Uma cultura que coabita com a nossa há séculos e que não se confunde com a nossa. Por um lado, marca um traço distintivo de resistência muito forte, independentemente dos valores pelos quais se reja. Por outro lado, exige que seja tratada de forma delicada, num esforço de integração e de adaptação mútua.
Os ciganos são marginalizados e auto-marginalizam-se. Há ressentimentos mútuos comuns. Há algumas boas práticas, mas, na generalidade, o que domina é a desconfiança, a intolerância, o ressentimento.
Os ciganos não são estrangeiros. Viveram sempre em Portugal e falam português. A sua integração é um dos desafios mais complexos dos nossos tempos. Para nós e para eles. Não basta dizer que lhes damos casas e subsídios. Isso nem sempre é verdade. Quem está disponível para arranjar um emprego a ciganos no meio de não ciganos? Quem é que não se deixa levar por todas as histórias que sobres eles correm (verdadeiras ou não?) e não se sente inseguro junto a eles?
Ostracizá-los não é solução. Nem metê-los na prisão, por dá cá aquela palha. As medidas repressivas e securitárias podem agradar muito ao Paulo Portas e à extrema direita, mas não resolvem nenhum problema de fundo. O caminho é estreito, mas é só um: o da compreensão mútua.
Jorge
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Sabemos que existem algumas medidas da parte do estado de inserçao dos ciganos, como por exeplo a habitaçao, e que muitas da vezes os ciganos rejeitam-nas porque querem estar todos juntos, mas se formos a ver se eles estiverem afastados tambem sao muito mais alvos de discriminaçao, acaba por ser uma maneira de ser protegerem... um problema que dificulta a inserçao é o o baixo grau de instruçao que possuem na generalidade, o que os leva a associarem-se a negocios como a droga.
Mas falando em minorias etnicas....os Judeus....sao detentores das maiores industrias de armas e droga, mas nao falam neles, porquê? porque sao detentores de grande capital... nao será isto mais uma questao de descriminaçao economica? Nao sou anti judeu, mas tambem nao sou anti cigano.
Tambem é certo que existem expressoes como : ''és um granda Judeu!'' e '' seu cigano'' que demonstram que temos essa discriminaçao incorporada na ''nossa'' cultura envolvente.
A meu ver todos temos emoçoes e sentimentos, mas porque há desigualdades, injustiças, discriminaçoes? porque existem ciclos, este sistema vive de todas estas lacunas, é tempo de mudar o rumo !
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Antes de mais faço menção à parte estética do filme desta semana. Absolutamente extraordinário! Uma fotografia excelente e com grandes interpretações. Muito mais se podia dizer!
Do meu ponto de vista, ainda existe preconceito racial (aproveito este texto para responder às questões do stôr). Foram feitos grandes avanços, inquestionavelmente, mas o preconceito não desapareceu. Se perguntarem a uma tradicional família portuguesa, se gostariam de ver um dos seus filhinhos casar (e ter filhos) com uma pessoa de etnia diferente, não me parece que a resposta seja favorável. Para mim, o preconceito só acaba no dia, em que não exista um ser humano que veja e pense os outros de forma diferente.
Por outro lado, não me parece que os imigrantes venham roubar trabalho, regra geral, vêm desempenhar profissões que ninguém quer. E a médio e longo prazo, têm um papel fundamental na natalidade. As actividades criminosas não dependem da nacionalidade ou etnia, mas sim de outras questões sociais, principalmente o critério da riqueza.
Em relação à questão da homofobia, volto a dizer o que referi na aula. Fizeram-se grandes avanços no que toca aos direitos de gays e lésbicas. Alguém disse que a luta pelos direitos homossexuais é a luta de direitos civis do séc. XXI. No entanto, a luta pelos direitos de gays e lésbicas é utilizada por alguns, como uma forma de auto-promoção que não me parece correcta (estilo Lady Gaga). Eu gosto bastante de Kant, porque realmente a intenção, para mim, é fundamental, os fins não justificam os meios, na maioria das situações. No entanto, os avanços na luta contra a homofobia não são iguais em todas as culturas (vejam o vídeo que vos deixo). Eu acho que as paradas, muito honestamente, não incomodam ninguém (provavelmente só o transito), não percebo assim o porque de tanta crítica.
É interessante o facto de termos assistido a este filme, e termos tido contacto com a notícia de que o cronista social Carlos Castro foi morto (lá tem a TVI e o Correio da Manhã notícia para os próximos dois séculos!). Eu estava a ler a notícia na net, e tenho por hábito ler os comentários, e deixo-vos aqui o link, porque diz muito sobre a forma como se lida com a questão da homossexualidade neste país.
http://dn.sapo.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1752067
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Preconceito e tolerância: um teste pessoal (2)
1- Teriam a mesma facilidade em andar ou mesmo de casar com uma pessoa de outra etnia, designadamente se fosse preto ou cigano?
2- Os ciganos são preguiçosos que querem viver à custa de subsídios do Estado, a não ser que sejam traficantes de droga?
3- Numa situação de grande desemprego como a que se verifica actualmente no nosso país, deveríamos seguir a máxima de preferir que os postos de trabalho sejam ocupados por cidadãos portugueses?
4- A concessão da nacionalidade portuguesa deve ser atribuída a cidadãos estrangeiros essencialmente justificada por critérios de solo (o local onde nasceram) ou de sangue (onde nasceram os pais)
5- Os pretos roubam mais do que os brancos, são menos higiénicos do que os brancos, ou têm mais tendência a provocar desacatos do que os brancos?
Preconceito e tolerância: um teste pessoal.(1)
1 Como receberiam s notícia de um filho ou filha vossa se vos dissesse que era homossexual?
2 Acham que os casais homossexuais devem ter o direito de adopção, ou esse direito deve ser reservado a casais heterossexuais?
3 As paradas gay são uma manifestação de exibicionismo irritante ou uma demonstração de afirmação de ma minoria sexual?
4 Acham que o pensamento politicamente correcto discrimina aqueles que são contra o alargamento de direitos dos homossexuais?
5 Se são heterossexuais e forem abordados por um homossexual com uma tentativa de engate reagiriam da mesma maneira caso essa tentativa fosse de um heterossexual?
Jorge
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Descriminaçao....
Neste filme a Sra Whitaker descobre que o seu marido era homosexual, agindo em conformidade com os preconceitos errados da sociedade da sua epoca, encaram a homossexualidade como uma doença.
A meu ver nao é é uma doença, nem nada a que se pareça....apenas uma opçao, e quem a toma, tem tantas possibilades de ser feliz como que escolhe ser heterossexual( uma nao escolha , tambem é uma opçao na mesma).
Em relaçao a outro tipo de discriminaçao...o racismo...este filme expoe esta tematica nao só quando há um grande escandalo ao verem que uma dona de casa 'bem parecida' trata um negro de igual para igual... e quando se ve um negro numa galeria de arte a criticar como qualquer outro individuo, ou melhor como qualquer outro individuo interessado em cultura...acabando por os filhos tantos da whitaker como do Deagan serem prejudicados pelo relacionamento dos pais de etnias diferentes...
Na minha opiniao esta discriminaçao racial esta presente nos dias de hoje, mas nao tem qulquer sustendo, antigamente considerava-se que uma pele clara é que era 'finorio' pois os trabalhadores rurais que passavam grande tempo ao sol adquiriam um tom de pel mais escuro, mas isto ainda ocorre nos dias de hoje na India. Existe um grande mercado ha volta dos cremes branqueadores da pele, porque consideram inferior quem tem tons de pele mais escura.
Actualmente na Europa é ''fino'' ser moreno pois significa que uma pessoa tem mais tempo de lazer(ir para a praia bronzear-se, ou mesmo ter dinheiro para irem a solarios)...
Deixo aqui uma questao, nao será a base do racismo discriminaçao economica?
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
"Far From Heaven"
http://www.youtube.com/watch?v=cHr1z_o0upM&feature=related
sábado, 1 de janeiro de 2011
Sondagens
1 1 (7%)
2 4 (28%)
3 4 (28%)
4 5 (35%)
5 0 (0%)
Votos apurados: 14
Alexandre
